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	<title>Ello Industrial</title>
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	<description>Galpões, Terrenos, Condomínios e Áreas Industriais</description>
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		<title>Logística tem Recorde de Fusões e Aquisições</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 11:58:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais de 60% das cargas transportadas pelo Brasil viajam exclusivamente por rodovias. Em países também marcados por proporções continentais, como Estados Unidos e China, a matriz de transporte se mostra mais diversificada, com o modal rodoviário dividindo espaço com alternativas como ferrovia, dutovia e hidrovia. Assim, conseguem fazer com que apenas 30% das cargas, aproximadamente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;">Mais de 60% das cargas transportadas pelo Brasil viajam exclusivamente por rodovias. Em países também marcados por proporções continentais, como Estados Unidos e China, a matriz de transporte se mostra mais diversificada, com o modal rodoviário dividindo espaço com alternativas como ferrovia, dutovia e hidrovia. Assim, conseguem fazer com que apenas 30% das cargas, aproximadamente, passem pelas estradas. Já em outros países, como na Rússia, a participação das rodovias nesse conjunto é ainda menor e chega a ser inferior a 10%.</span></span></p>
<p>Estes números, que deixam em evidência o peso do transporte rodoviário no Brasil, são mencionados por Luiz Feresin, diretor da consultoria internacional Booz &amp; Company, ao analisar o potencial de desenvolvimento do setor de logística no país. A tendência, segundo ele, é que as empresas passem a oferecer serviços complementares a esse tipo de transporte, como armazenamento de produtos e distribuição.</p>
<p>Ou, ainda, integrem às rodovias outros tipos de modais. “As empresas buscam contemplar as várias fases do transporte”, explica. “É uma migração de transportes para logística, o que leva ao conceito de intermodalidade.”</p>
<p>Além disso, as empresas podem diversificar os serviços oferecidos, de forma a diminuir a representatividade do transporte rodoviário, que é o modal menos eficiente e mais agressivo ao meio ambiente.</p>
<p>Este movimento é percebido ao observar as fusões e aquisições envolvendo empresas do setor. Em 2011, atingiram a marca recorde de 40 operações, segundo dados da consultoria KPMG. “Por meio dessas operações, as empresas conseguem diversificar ou complementar as atividades que já exercem”, destaca Luiz Motta, sócio da KPMG.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>fonte: Valor Online</p>
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		<title>Columbia completa 70 anos com faturamento recorde de R$ 2,2 bilhões</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 18:48:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Grupo Columbia comemora 70 anos em 2012 com crescimento e recorde no faturamento. Em 2011, após mudança de sede, venda de parte de suas empresas e consolidação dos negócios de trading, o Grupo atingiu o valor de R$ 2,2 bilhões em faturamento, superando as expectativas e registrando um crescimento de mais de 35% em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Columbia comemora 70 anos em 2012 com crescimento e recorde no faturamento. Em 2011, após mudança de sede, venda de parte de suas empresas e consolidação dos negócios de trading, o Grupo atingiu o valor de R$ 2,2 bilhões em faturamento, superando as expectativas e registrando um crescimento de mais de 35% em relação ao ano anterior.</p>
<p>Em 2011, novos mercados passaram a integrar a lista dos setores atendidos pela empresa. As operações com lingotes de alumínio, açúcar, aeronaves e peças de reposição para o setor aeronáutico são apenas alguns dos exemplos. Para este ano, o desafio é consolidar a atuação nesses e em outros mercados e ampliar os investimentos, superando os R$ 7 milhões investidos no ano anterior em infraestrutura física de logística, movimentação de materiais e áreas de reflorestamento na Bahia, adquiridas pela Energia Florestal (empresa coligada ao Grupo que realiza o plantio de eucalipto para fornecer energia limpa à indústria).</p>
<p>Este ano, um novo Centro de Distribuição em Vitória, Espírito Santo, foi inaugurado e já está em operação. Localizada em um condomínio logístico, com possibilidade de atingir até 6.000 m², a unidade destina-se às operações regionais de trading e também disponibiliza serviços de logística integrada ao mercado local. O CD chega para integrar uma estrutura própria da empresa, que atualmente conta com unidades localizadas ao longo do eixo Atlântico, de Santa Catarina a Pernambuco, passando por Paraná, São Paulo, Espírito Santo e Bahia. Além dessas, o Grupo utiliza-se também de parcerias societárias e estruturais que o habilitam para atender às necessidades do mercado.</p>
<p>Segundo Nivaldo Tuba, presidente da empresa, o desafio do Grupo Columbia a partir de agora consiste em manter e evoluir os atuais negócios, com previsão de manter o patamar de R$ 2 bilhões de faturamento. “Após 70 anos, temos novas missões que visam voltar efetivamente ao mercado de logística geral e aduaneira nos grandes centros de consumo e iniciar no Grupo uma nova fase, diversificando-o do mercado exclusivo de prestação de serviços e comercialização de commodities e bens diversos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>fonte: Logweb</p>
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		<title>E-commerce enfrenta desafios de logística na hora das entregas</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 11:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com baixos preços e frete grátis, o mercado está em ascensão, mas a falta de uma logística destinada a atender o seu tipo de negócio e problemas com a legislação paulista complicam a vida do comércio digital A s facilidades e os baixos preços ofertados pelas lojas virtuais têm atraído cada vez mais consumidores para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com baixos preços e frete grátis, o mercado está em ascensão, mas a falta de uma logística destinada a atender o seu tipo de negócio e problemas com a legislação paulista complicam a vida do comércio digital</p>
<p>A s facilidades e os baixos preços ofertados pelas lojas virtuais têm atraído cada vez mais consumidores para o mercado online. Segundo dados do último relatório WebShoppers feito pela E-bit, só no primeiro semestre de 2011, as vendas através de E-Commerce no Brasil cresceram 24% se comparado ao mesmo período de 2010. Mas as vantagens da compra online têm esbarrado em um problema: a logística na hora das entregas.</p>
<p>Em maio de 2011, a B2W (empresa responsável pela Americanas.com, Submarino e Shoptime) foi impedida pela Fundação Procon Rio de Janeiro de vender seus produtos, através do site Americanas.com, dentro do Estado até que as entregas fossem regularizadas. Em São Paulo, a mesma situação quase voltou a acontecer: em março último, o Procon-SP chegou a suspender as vendas dos três sites da empresa por 72 horas e aplicou uma multa de 1,7 milhão de reais. Na época, as reclamações contra a B2W junto ao Procon-SP já tinham um aumento de 180% , atingindo o 2° lugar no ranking apresentado pelo Fundação. Mas, através de uma liminar da justiça, a B2W conseguiu suspender a punição.</p>
<p>Em workshop realizado pelo E-Commerce Brasil, especialistas do mercado logístico e do comércio digital debateram o tema. Para André Carvalho, diretor Comercial da CNTLog (empresa de logística especializada em mercado online), existem pontos chaves para as lojas virtuais pensarem, entre eles, o tempo das entregas.</p>
<p>“Fizemos um estudo para conseguir entender melhor o mercado de vendas online&#8230; Nele constatamos que 65% das entregas são feitas dentro do prazo, sendo que 13% são feitas em 5 dias, 43% em até 3 dias e 17% em um dia. O que precisamos agora é entender as razões para que essas demais entregas, cerca de 27%, ainda estejam fora dos padrões”, afirmou ele.</p>
<p>Outro ponto apresentado por Carvalho foi à assertividade das informações trocadas. “Percebemos que, em alguns casos, existia uma falta de coerência quanto às informações do cliente: ele preenchia os seus dados no ato da compra, mas no sistema de logística da empresa alguma informação se perdia, e isso acabava atrapalhando a entrega&#8230; É preciso se certificar que as informações preenchidas são as mesmas que foram repassadas por toda a área de logística”, explicou ele.</p>
<p>Para melhorar esse cenário, empresas têm criado serviços exclusivos para as lojas virtuais, como é o caso dos Correios, que desde 2000 oferece o E-Sedex, um serviço de entregas voltado para compras adquiridas exclusivamente através do comércio eletrônico. “Hoje o E-Sedex corresponde a menos de 10% das entregas dos Correios, mas o seu crescimento ao longo dos últimos anos é o mais significativo de todos: em 2011 houve um crescimento de 36% se comparado com 2010”, afirmou Alex do Nascimento, gerente corporativo de comércio eletrônico dos Correios.</p>
<p>Em São Paulo, os problemas logísticos do E-Commerce também esbarram na legislação. Criada com o intuito de melhorar a vida do consumidor na hora de receber suas compras, a Lei da entrega com hora marcada gerou mais um entrave na vida das lojas virtuais. “A iniciativa da lei foi boa, mas faltou coerência. Na entrega de produtos da linha branca ela é válida, mas na entrega de um livro, CD, se torna desnecessária. Se os Correios começar a trabalhar dentro do que essa lei prevê, os preços de hoje ficam impraticáveis”, explica Nascimento.</p>
<p>Durante o evento realizado pelo E-Commerce também se debateu os problemas da logística reversa. Apesar de pequena no Brasil – segundo dados dos Correios de 3% a 5% das compras realizadas pelo mercado online são devolvidas – ela é mal administrada pelas empresas. “A logística reversa bem feita dá segurança para o cliente, e por mais que ele não feche a compra, o bom atendimento vai fazer com que ele se lembre da sua loja em compras futuras”, afirmou Nascimento.</p>
<p>Para Carvalho da CNTLog a logística reversa deve ser administrada com o mesmo cuidado que a entrega. “Não se deve ver a logística reversa como uma perda de mercadoria, deve existir a mesma preocupação que se teve no envio”, explicou ele.</p>
<p>Mas apesar de todos os contratempos logísticos, o E-Commerce é um mercado que não deve parar de crescer no Brasil. Segundo dados do E-bit, só no primeiro semestre de 2011, 4 milhões de consumidores compraram pela primeira vez em lojas virtuais, chegando à marca de 27,4 milhões de e-consumidores ativos no país.</p>
<p>“O E-Commerce é um mercado em ascensão e os Correios estão colocando ele como prioridade. Essa é a nossa sobrevivência, já que em breve as cartas vão deixar de existir”, afirmou Nascimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>fonte: Logweb</p>
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		<title>ELLO INDUSTRIAL e BIOTECNIA firmam parceria comercial</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 08:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na ultima semana a ELLO NEGOCIOS INDUSTRIAIS LTDA., fechou parceria com a BIOTECNIA, empresa especializada em Consultoria e Engenharia Ambiental, a mais de 10 anos no mercado, a BIOTECNIA atua em projetos de investigação, diagnóstico e remediação de áreas contaminadas, auditorias e elaboração/participação em EIA/RIMA, o que significa resolver problemas concretos de prevenção e correção diante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na ultima semana a ELLO NEGOCIOS INDUSTRIAIS LTDA., fechou parceria com a BIOTECNIA, empresa especializada em Consultoria e Engenharia Ambiental, a mais de 10 anos no mercado, a BIOTECNIA atua em projetos de investigação, diagnóstico e remediação de áreas contaminadas, auditorias e elaboração/participação em EIA/RIMA, o que significa resolver problemas concretos de prevenção e correção diante das ações antrópicas (ocasionadas pelo homem), mediante aplicações da tecnologia disponível, pontual e geograficamente apropriada, tanto para pequenos proprietários, quanto para grandes áreas, indústrias, aterros e obras públicas.</p>
<p><span style="font-size: small;">Nossos Projetos e Consultorias na Área Ambiental &#8211; para empresas privadas e públicas – apresentam propostas inovadoras, que primam pela qualidade, agilidade e baixo custo dos serviços, podendo proporcionar à seus clientes e empresas uma gestão ambiental completa, aliando o crescimento econômico do seu negócio à preservação do Meio Ambiente, diz Luiz Barello, Diretor Tecnico da BIOTECNIA.</span></p>
<p>A ELLO INDUSTRIAL, empresa especializada na comercialização de áreas industriais, desenvolvimento de projetos e estudos de centros industriais e logísticos em toda a Grande São Paulo, acredita na consolidação e potencial da parceria,</p>
<p>Esta parceria só vem a fortalecer nossas empresas, muitos imóveis são comercializados no Brasil sem uma previa consulta a empresas e órgãos ambientais especializados nestes tipos de serviços, agora com a base de estudos ambientais da Biotecnia, a Ello Industrial estará mais fundamentada, nossos clientes farão suas aquisições industriais com mais segurança e rapidez, completa Alfredo Lidio Schulthais, Diretor Comercial da Ello Industrial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: ELLO NEG. INDUSTRIAIS LTDA.</p>
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		<title>Logística ocupa terceira posição em patrimônio</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 18:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A logística já aparece em terceiro lugar em participação patrimonial nos fundos imobiliários, com 6,4% no bolo. Só perde em rentabilidade para os setores de hotelaria e escritórios, e está atraindo o interesse dos gestores. O raciocínio é que a demanda por empreendimentos de qualidade se manterá por algum tempo, levando em conta que boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A logística já aparece em terceiro lugar em participação patrimonial nos fundos imobiliários, com 6,4% no bolo. Só perde em rentabilidade para os setores de hotelaria e escritórios, e está atraindo o interesse dos gestores. O raciocínio é que a demanda por empreendimentos de qualidade se manterá por algum tempo, levando em conta que boa parte das construções no país é formada por imóveis antigos.</p>
<p>A Kinea no fim do ano passado adquiriu da GWI o galpão alugado para a Foxconn no condomínio logístico Global Jundiaí. A RB Capital lançou em 2009 o Capital Renda 1, que tem sete ativos logísticos e, segundo Frederico Paglia, associado da empresa, tem resultados melhores em valorização da cota do que em rendimentos (fechou fevereiro com 2,94% em doze meses). A Coinvalores acaba de colocar o Industrial do Brasil, cisão de 40% do fundo fechado Andrômeda, cujo ativo é o Perini Business Park, centro de indústrias em Joinville com inquilinos ocupando de 100 a 80 mil m2. A Rio Bravo deve sair com um condomínio logístico em breve e a Brazilian Mortgage também tem um fundo &#8220;no forno&#8221; voltado ao segmento de logística e indústria, com perfil de gestão ativa.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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		<title>Lucro da Br Properties diminui 59% em 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 17:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A BR Properties, companhia de investimento em imóveis comerciais em área bruta locável, registrou lucro líquido de R$ 335,40 milhões no acumulado de 2011, queda de 59% em relação aos R$ 813,36 milhões obtidos em 2010. No quarto trimestre, o lucro líquido da companhia também diminuiu, 91%, de R$ 764,24 milhões para R$ 70,50 milhões. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A BR Properties, companhia de investimento em imóveis comerciais em área bruta locável, registrou lucro líquido de R$ 335,40 milhões no acumulado de 2011, queda de 59% em relação aos R$ 813,36 milhões obtidos em 2010. No quarto trimestre, o lucro líquido da companhia também diminuiu, 91%, de R$ 764,24 milhões para R$ 70,50 milhões.</p>
<p>A receita líquida da companhia totalizou R$ 343,5 milhões, um aumento de 68% sobre o ano anterior. No último trimestre de 2011, a receita líquida foi de R$ 90,3 milhões, que corresponde a um aumento de 25%, em relação ao término do quarto trimestre de 2010.</p>
<p>A receita bruta do acumulado de 2011 acumulou R$ 372,57 milhões, alta de 67%, e a do quarto trimestre totalizou R$ 98,6 milhões, aumento de 27% em relação ao quarto trimestre de 2010. Esse crescimento se deu devido as receitas geradas pelas propriedades adquiridas em 2010 e locadas no decorrer do ano passado, além de expressivos ganhos reais nos contratos de locação.</p>
<p>Da receita trimestral, 47% (ou R$ 45,9 milhões) foram resultado de locações de escritórios do portfólio; 42% (cerca de R$ 41,3 milhões) resultaram da locação de galpões industriais; 12% (R$ 11,3 milhões) da receita de varejo; e os 2% restantes (R$ 1,7 milhão) resultaram da receita de serviços.</p>
<p>No ano, o Ebitda atingiu R$ 310,49 milhões, crescimento de 74%, e margem Ebitda de 90%, com aumento de 3 pontos percentuais na comparação com o exercício anterior.</p>
<p>A companhia registrou um crescimento no Ebitda ajustado de 33%, passando de R$ 61 milhões (no quarto trimestre de 2010) para R$ 81,1 milhões no último trimestre do ano passado. A margem Ebitda ajustada foi de 90%.</p>
<p>A Br Properties destacou ajustes feitos em seu Ebitda ao longo do período, como a exclusão de despesas não-caixa decorrentes do programa de opções no valor de R$3,5 milhões; a exclusão da provisão de bônus no valor de R$ 6,5 milhões; e despesas não-recorrentes referentes à fusão com a One Properties no valor de R$ 3,1 milhões. Considerando um Ebitda sem ajustes, o valor registrado ao final do quarto trimestre de 2011 seria de R$ 75 milhões, com uma margem Ebitda de 83%.</p>
<p>Investimentos</p>
<p>A BR Properties pretende investir adicionalmente R$ 97,8 milhões em seus projetos de greenfield até o final de 2012.</p>
<p>Outro destaque é o contrato de locação do imóvel Edifício Manchete, localizado no Rio de Janeiro, com a BP Energy do Brasil. De acordo com a Br Properties, &#8220;o edifício encontra-se 100% pré-locado para as empresas Statoil e British Petroleum, e estamos obtendo todas as aprovações pendentes a fim de iniciar a ocupação do imóvel&#8221;. O prazo do contrato é de 60 meses e o locatário ocupará uma área de 9,2 mil m², além de 142 vagas de garagem.</p>
<p>As obras do Edifício Cidade Jardim, em São Paulo, já se encontram em estágio avançado, tendo sido concluída a parte estrutural do imóvel. Com a conclusão do projeto, prevista para o quarto trimestre de 2012, a companhia adicionará mais um edifício classe Triplo A ao seu portfólio, com aproximadamente 7.000 m² de área bruta locável total.</p>
<p>As obras de construção do complexo de escritórios Panamérica Green Park, foram iniciadas no quarto trimestre do ano passado, e encontra-se na fase de conclusão da estrutura do 1º bloco do complexo. A previsão de término é no primeiro trimestre de 2013.</p>
<p>Paralelamente à construção de novos edifícios, estamos revitalizando e atualizando as instalações dos Edifícios Henrique Schaumann, Alexandre Dumas, MV9, São José e Santo Antonio.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: Monitor Mercantil</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Schio investirá R$ 350 milhões para mudar CD no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 18:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Schio anuncia que investirá R$ 350 milhões e, em meados de 2012, irá inaugurar seu novo centro de distribuição no Estado do Rio de Janeiro. O empreendimento estará instalado no município de Belford Roxo, numa área total de 450 mil m² sendo 160 mil m² destinados à armazenagem, com 300 docas e capacidade para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Schio anuncia que investirá R$ 350 milhões e, em meados de 2012, irá inaugurar seu novo centro de distribuição no Estado do Rio de Janeiro. O empreendimento estará instalado no município de Belford Roxo, numa área total de 450 mil m² sendo 160 mil m² destinados à armazenagem, com 300 docas e capacidade para 155 mil posições-palete. Além disso, o local contará com um pátio para 390 veículos, atendendo às questões de segurança e meio ambiente. O quadro de funcionários será composto por 1.382 profissionais, responsáveis por 53 mil expedições mensalmente.</p>
<p>A nova estrutura chega para consolidar e modernizar o armazém atualmente utilizado. Localizado na Pavuna, a edificação conta com 40 mil m², sendo 20 mil m² segregados à área congelada e refrigerada – com capacidade de estocagem de 200 mil m³ –, mais 20 mil m² para carga seca, 14 mil m² de área de estocagem, com dez mil posições-palete, e seis mil m² destinados à operação de cross-docking. Hoje, 1.300 funcionários são responsáveis pela movimentação de itens dos segmentos alimentício e higiene e limpeza.</p>
<p>A abertura do novo CD amplia a oferta de serviços da companhia no Estado. Além de armazenagem, transporte, cross-docking e gerenciamento de estoque, a Schio passará a oferecer montagem de kits e repacking (copacker). O portfólio de clientes também cresce. A meta inicial é atender a empresas de food service.</p>
<p>A participação do Estado do Rio nos negócios da empresa após a abertura do novo CD sofrerá um acréscimo de imediato. Atualmente, a região representa 15% nos negócios e com a inauguração a perspectiva é chegar a 20%. Para este ano, a expectativa da Schio é faturar R$ 450 milhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>fonte: Tecnologistica</p>
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		<title>Necessidades ou estrutura logística, o que mais cresce?</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 18:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ello</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Responder a essa pergunta está se tornando difícil em alguns pontos. Isso é muito bom. Se essa pergunta vem se tonificando significa que o crescimento da Logística já não engatinha no Brasil. Será? Ou devido ao aumento das necessidades nos adaptamos com a imposição pela valorização da quantidade diante ao desprezo da qualidade? Para compreendermos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Responder a essa pergunta está se tornando difícil em alguns pontos. Isso é muito bom. Se essa pergunta vem se tonificando significa que o crescimento da Logística já não engatinha no Brasil. Será? Ou devido ao aumento das necessidades nos adaptamos com a imposição pela valorização da quantidade diante ao desprezo da qualidade?</p>
<p>Para compreendermos melhor se faz necessário acompanharmos alguns indicativos notórios e notáveis, os quais analisei obedecendo a uma certa cronologia e sua importância para o setor. Com um bom resumo das últimas ocorrências, podemos depois, tirar nossas próprias conclusões.</p>
<p>O primeiro e principal ponto que destaco é o aumento nas vendas de caminhões. Em 2010, esse aumento foi suficiente para provocar a falta de pneus nas fábricas. O Brasil ainda precisa aprender que há uma vizinhança essencial entre mercados e que, diminuir ou aumentar impostos, regular esse ou aquele mercado afeta vários outros setores. Como impulsionar a indústria de produtos eletroeletrônicos com o nosso custo de energia elétrica sendo o mais caro em relação aos países em destaque na economia mundial? Nosso custo do MWh (megawatt hora) é duas vezes e meia maior do que o da China [...] Isso com todos os nossos rios, hidrelétricas e meios de geração. Acredito que o melhor exemplo é a indústria do etanol. Como impulsionar a indústria de carros à álcool com essa política de combustíveis? Com um carro popular, ao rodar 100 mil km você já pagou em combustível quase o valor do (também caro) automóvel. Num caminhão, essa mesma distância representa um terço do valor da máquina. Fora os gastos com impostos e manutenções. Isso só se resolve com pesquisas sérias e ações bem planejadas e dirigidas.</p>
<p>Ainda sobre os caminhões, em 2011 as vendas alcançaram seus 15% a mais. Não se prevê retração nesse ano. Se não for superado esse percentual, pelo menos chegar-se-á próximo mesmo com o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no último trimestre de 2011. Vejo como um ótimo indicativo de crescimento do setor logístico no País. Contudo, são mais caminhões nas mesmas estradas danificadas apontando uma desunião da União – sem trocadilhos – com seus olhos voltados aos cortes orçamentários para infraestrutura de rodovias devido às denúncias de corrupção. Há de se parar de matar as vacas para controlar os carrapatos ou vamos deixar o vinho derramar porque nosso copo é pequeno demais e nos tornarmos reféns do nosso próprio crescimento.</p>
<p>Por outro lado, as vendas acrescidas de caminhões nos deixam temerosos com a questão da utilização do modal rodoviário. Piorar o que já está ruim não nos trará crescimento. Tão importante quanto a implantação de novas rodovias e a manutenção das existentes é o desenvolvimento dos setores ferroviários e aquaviários que, mesmo com o crescimento registrado nos últimos dois anos, não é, nem de longe, o suficiente para acompanhar a logística atual, que dirá aos propósitos logísticos que se desenham.</p>
<p>O Brasil já é a sexta economia mundial. Antes do anunciado (2015), deveremos tomar o quinto lugar da França devido à crise européia. Não dá para caminharmos ao novo levando velhos problemas nas costas. A Logística não é a mesma de dois anos atrás. Cresceu, se desenvolveu, se qualificou; mas está presa aos grandes <strong>mercados industriais</strong>, o que é normal se falarmos de integração. Contudo, percebe-se que o setor logístico aponta para mais do que o modestíssimo crescimento de 0,3% da indústria em 2011. Ainda se respira os ares do crescimento de 2010 em 10,5%. Acredito até que isso venha favorecer o desenvolvimento da logística dando tempo para estruturar esses setores dentro das empresas. Afinal, crescer desgovernadamente também leva ao caos. Se as empresas aproveitarem esse momento de estabilidade para planejar, contratar, qualificar e estruturar sua logística, estarão preparadas para o aumento de 3% em 2012, ao qual acredito ser maior apesar das opiniões contrárias, pois a Europa ainda não alcançou seu auge da recessão que se desenha em alguns países. É, economia funciona assim com um se desenvolvendo devido às necessidades do outro&#8230; Já desenvolvemos muitos países, agora precisamos entender que nossa vez chegou e precisamos nos enxergar assim para não voltarmos a fazer o velho papel.</p>
<p>Outros sinais apontam para essa relação de necessidades e de desenvolvimento como o aumento das vendas via internet (<strong>e-commerce</strong>) trazendo junto um aumento do número de reclamações junto aos Órgãos de Defesa do Consumidor. Se subirmos muito alto, sem preparo adequado, o ar rarefeito nos deixará mais cansados e doentes. Ou seja, atender necessidades sem a devida estruturação pode não representar prejuízos, mas é, com certeza, uma “torneira aberta” quando possíveis lucros descem pelo ralo.<br />
O sinal fundamental é o aumento das instituições de ensino que acolhem a Logística através de seus cursos técnicos e universitários, lançando novos profissionais no mercado de trabalho e qualificando os que já atuavam, dando ares profissionais a esse setor extremamente promissor. Como sempre digo, não basta a uma empresa hoje produzir e lucrar, ela tem que pensar. O apoio a essa tarefa é vital. Chega de ficar esperando o fruto colhido. Nunca haverá melhor local para recrutamento do que uma sala de um curso bem elaborado.</p>
<p>Sem dúvidas, nossa <strong>Logística</strong> não é a mesma. Longe do que deveria ser, mas caminhando apressada para soluções mesmo diante de tantas adversidades. Sua estrutura nunca estará alinhada com as necessidades que lhe rodeia, mesmo porque uma passa a ser reação da outra quando não há planejamento – e isso ainda nos perseguirá por muito tempo. É preciso ser realista com nosso País e com a facticidade. – Mas o fato é que crescemos e estamos assumindo nosso real propósito: solucionar, inovar e desenvolver.</p>
<p>A <strong>Logística</strong> experimentará uma aceleração crescente até 2017. O que ficará depois disso vai depender da forma com que esses anos forem conduzidos. Portanto, estamos em momentos delicados e cruciais. Estamos partindo para a luta e estaremos na linha de frente. Desperte às necessidades que nascem todos os dias e inove, estruture-se.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>fonte: Logweb</p>
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		<title>Paletes movem a cadeia de abastecimento do mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 17:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ello</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Discorrer sobre paletes de madeira não é uma tarefa fácil. Para muitos, essa embalagem de uso amplo na cadeia logística é apenas um coadjuvante estocado em um canto do armazém, outras vezes visto em acostamentos de rodovias servindo ao comércio paralelo do baixo custo. Entretanto, o palete de madeira deve ser entendido como parte de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discorrer sobre paletes de madeira não é uma tarefa fácil. Para muitos, essa embalagem de uso amplo na cadeia logística é apenas um coadjuvante estocado em um canto do armazém, outras vezes visto em acostamentos de rodovias servindo ao comércio paralelo do baixo custo.</p>
<p>Entretanto, o palete de madeira deve ser entendido como parte de um sistema de movimentação de materiais em diversas indústrias, e que atende a uma série de exigências para desempenhar seu papel. Diversos países estabelecem normas de produção dos paletes descrevendo medidas, o tipo de madeira a ser empregada na confecção, os tratamentos para evitar contaminações e até a forma de descarte e reciclagem.</p>
<p>No Brasil, a padronização chegou em 1990, com os paletes PBR, através da Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Após cinco anos de estudos e ensaios definiu-se pelas dimensões de 1,00 m x 1,20m; vida útil média de três anos; fixação com pregos espirais; identificação em gravações a fogo; face dupla não reversível; quatro entradas. A sustentabilidade está garantida pelo uso de madeira de pinus e eucalipto em sua produção: uma árvore em crescimento absorve todos os gases emitidos por um palete durante a sua vida útil e o Brasil possui 6,7 milhões de hectares de área de reflorestamento, principalmente de eucaliptos e pinus.</p>
<p>A gestão é do CPP (Comitê Permanente de Paletização) e o IPT de São Paulo é o órgão de fiscalização e normatização. O PBR é um palete de circulação nacional e a principal importância é a intercambialidade entre as empresas, que trocam paletes em suas operações logísticas.</p>
<p>O desafio de produzir o PBR</p>
<p>Estima-se que 90% dos paletes em circulação no mundo são de madeira. Por quê? Bem, este é o material que oferece o melhor custo ao comparar os benefícios que suas propriedades proporcionam: baixo custo, se comparados aos paletes plásticos e de metal; são recicláveis e feitos de recursos renováveis; são robustos; são fáceis de reparar quando danificados. Conclusão: paletes de madeira são efetivos e a melhor solução para a maioria das movimentações de materiais.</p>
<p>Contudo, ter infraestrutura eficiente para fabricá-los, atender ao crescimento da demanda e obter as certificações necessárias, é um desafio. Não existem estatísticas oficiais, porém sabe-se que o número de paletes em circulação no mercado brasileiro gira em torno de 6 a 8 milhões ao ano – é um número baixo, considerando o volume de cargas movimentadas e, infelizmente, a circulação de paletes fora do padrão e o comércio de paletes usados, que são desviados do seu trânsito normal. Resumindo: demanda reprimida e um grande potencial de consumo.</p>
<p>No Brasil, os paletes de madeira poderiam ser usados em volume muito maior do que sabemos hoje, certamente. É um desafio e tanto a ser transposto: o de estimular a demanda, conscientizando embarcadores de que essa ferramenta agregará eficiência à movimentação, e o de investir continuamente em infraestrutura e manutenção das normas, para que a qualidade do produto em circulação não o transforme em um problema na cadeia de abastecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>fonte: Logweb</p>
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		<title>Brasil é o 2º melhor país para investir em imóveis comerciais, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 17:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[País subiu duas posições em ranking e passou a China; EUA estão no topo da lista O Brasil já é considerado o 2º melhor país para investir em imóveis comerciais, mostra uma pesquisa Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, em inglês). O País subiu duas posições e passou a China, que agora ocupa o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">País subiu duas posições em ranking e passou a China; EUA estão no topo da lista</p>
<p>O Brasil já é considerado o 2º melhor país para investir em <strong>imóveis comerciais</strong>, mostra uma pesquisa Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, em inglês). O País subiu duas posições e passou a China, que agora ocupa o 3º lugar. O topo da lista é ocupado pelos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo o levantamento, 18,6% dos entrevistados acreditam que o País abriga as melhores oportunidades para empregar capital em <strong>empreendimentos comerciais</strong>. Na avaliação dos empresários, o bom momento econômico do País deve manter essa tendência de valorização.</p>
<p>O aumento dos preços dos imóveis comerciais ocorre desde 2005, chegando a cerca de 75% nos principais bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro. No período, a capital paulista subiu da vigésima sexta melhor cidade do mundo para se investir para a quarta posição em 2012.</p>
<p>Vale a ressalva que, se do lado dos investidores do mercado imobiliário o movimento é favorável, na outra ponta a explosão dos preços aumenta o custo de alocação das empresas.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: Estadão.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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